base em funcionamento hoje não fica no continente gelado.Módulo será de PVC e vai usar energia eólica e solar.
Expandir a atuação do Programa Antártico Brasileiro para dentro do continente gelado é um sonho recorrente entre os pesquisadores brasileiros que atuam na região.
Desde 1984, o Brasil desenvolve estudos na Antártida, mais especificamente na Ilha Rei George, no arquipélago das Shetlands do Sul, a mais de 3 mil quilômetros do polo sul geográfico. É um dos pontos mais próximos da América do Sul – e está fora do continente antártico.
terça-feira, 15 de dezembro de 2009
Entre tapas e beijos, casais de macacos continuam virgens em zoos do RJ
Nada de cada macaco no seu galho. Se depender dos veterinários dos zoológicos do Rio e de Niterói, tanto o chimpanzé Paulinho, quanto o babuíno homônimo vão passar a dividir não só o galho, mas a vida a dois com suas respectivas macacas Penélope e Rhina.
Casados há cerca de um ano, os xarás têm mais que o nome em comum: ambos ainda não conseguiram consumar o casamento.
“Paulinho é meio temperamental, estava acostumado a ficar sozinho. Deixamos-los próximos, mas separados pela grade durante uns 4 meses, até ficarem na mesma jaula. Às vezes eles se beijam e às vezes se batem. Acho que no final vai dar certo”, torce a diretora do Zoológico de Niterói, Giselda Candioto.
Babuíno sagrado, Paulinho foi encontrado numa carroça de circo, sem água e há dias sem comer. Ele e Penélope vivem juntos há pouco mais de um ano. Seu histórico, segundo Giselda, pode dificultar a adaptação.
“A gente não tem muito o histórico dele e vamos fazer exames para saber se ele foi vasectomizado”, explica ela. “Pode acontecer de ele não ter interesse por sexo, dependendo do tipo de tratamento que sofreu”, completa o biólogo do zoológico Pedro Menezes.
“O Paulinho veio para cá ainda filhote e foi criado na mão. Não foi inserido num grupo ou numa família. Ele não teve a quem observar e seguir. O macaco não age só com o instinto, tem a questão da socialização. A gente até incentiva, com estímulos comportamentais, e a Rhina foi escolhida por já ter experiência. Mas até agora não tivemos resultados”, conta.
Casados há cerca de um ano, os xarás têm mais que o nome em comum: ambos ainda não conseguiram consumar o casamento.
“Paulinho é meio temperamental, estava acostumado a ficar sozinho. Deixamos-los próximos, mas separados pela grade durante uns 4 meses, até ficarem na mesma jaula. Às vezes eles se beijam e às vezes se batem. Acho que no final vai dar certo”, torce a diretora do Zoológico de Niterói, Giselda Candioto.
Jogos de amor
Ela explica ainda que, às vezes, para acalmar os ânimos, o casal é separado e, quando um começa a sentir falta do outro, reunido. Outra tática é tirá-los do setor de visitação pública, para terem mais privacidade. Babuíno sagrado, Paulinho foi encontrado numa carroça de circo, sem água e há dias sem comer. Ele e Penélope vivem juntos há pouco mais de um ano. Seu histórico, segundo Giselda, pode dificultar a adaptação.
“A gente não tem muito o histórico dele e vamos fazer exames para saber se ele foi vasectomizado”, explica ela. “Pode acontecer de ele não ter interesse por sexo, dependendo do tipo de tratamento que sofreu”, completa o biólogo do zoológico Pedro Menezes. Macaca experiente
Já o Paulinho, chimpanzé do Riozoo, vive em paz com Rhina, mas a paz é tanta que a relação anda morna. “É um casamento de companheirismo”, define o veterinário e diretor do Riozoo Victor Hugo Amoroso, que conta que os dois dividem o mesmo espaço há mais de dois anos. “O Paulinho veio para cá ainda filhote e foi criado na mão. Não foi inserido num grupo ou numa família. Ele não teve a quem observar e seguir. O macaco não age só com o instinto, tem a questão da socialização. A gente até incentiva, com estímulos comportamentais, e a Rhina foi escolhida por já ter experiência. Mas até agora não tivemos resultados”, conta.
Urso viaja 1.600 km para acasalar no Zoo do Rio
O amor está no ar no Zoológico do Rio, onde um urso-de-óculos viajou mais de 1.600 quilômetros para fazer par com uma ursa da mesma espécie. Aos 16 anos, ela teve seu primeiro namorado "importado" do Zoo de Salvador.
A missão do casal é acasalar e ter filhotes, já que, segundo o Zoo do Rio, esta é a única espécie de urso da América do Sul e está ameaçada de extinção.
O macho chegou ao Rio no início de novembro e permaneceu até agora em quarentena. Após avaliações médicas e um processo de adaptação, ele já começa a ter uma maior aproximação com sua nova companheira.
Segundo o Zoo do Rio, os animais ficarão em exposição ao público em um ambiente climatizado, com piscina e chuveiro. Para suportar o verão carioca, a alimentação também receberá cuidado especial, com cardápio que inclui sorvete e comida servida em cubos de gelo. Ambos os ursos não têm nomes e a população poderá dar sugestões pela página da Fundação RioZoo (@riozoo) no Twitter.
A missão do casal é acasalar e ter filhotes, já que, segundo o Zoo do Rio, esta é a única espécie de urso da América do Sul e está ameaçada de extinção.
O macho chegou ao Rio no início de novembro e permaneceu até agora em quarentena. Após avaliações médicas e um processo de adaptação, ele já começa a ter uma maior aproximação com sua nova companheira.
Segundo o Zoo do Rio, os animais ficarão em exposição ao público em um ambiente climatizado, com piscina e chuveiro. Para suportar o verão carioca, a alimentação também receberá cuidado especial, com cardápio que inclui sorvete e comida servida em cubos de gelo. Ambos os ursos não têm nomes e a população poderá dar sugestões pela página da Fundação RioZoo (@riozoo) no Twitter.
segunda-feira, 2 de novembro de 2009
Casal filipino tenta recorde com manga de mais de três quilos
Fruta tem mais de 30 centímetros de comprimento e 18 de diâmetro. Sergio e Maria Socorro Bodiongan vão submeter manga ao Guinness.
O casal filipino Sergio e Maria Socorro Bodiongan mostra sua manga de 3,5 quilos, cultivada no jardim casa, em Iligan. A fruta tem mais de 30 centímetros de comprimento e 18 centímetros de diâmetro. O casal vai submeter a manga ao Guinness. (Foto: Cherryl Vergeire/AFP
O casal filipino Sergio e Maria Socorro Bodiongan mostra sua manga de 3,5 quilos, cultivada no jardim casa, em Iligan. A fruta tem mais de 30 centímetros de comprimento e 18 centímetros de diâmetro. O casal vai submeter a manga ao Guinness. (Foto: Cherryl Vergeire/AFPPor recorde, reverendo puxa avião de mais de 120 toneladas
Segundo a Boeing, o Globemaster III pesa vazio 125,6 toneladas.Kevin Fast puxou o avião na base aérea em Trenton, no Canadá
O reverendo Kevin Fast puxou nesta quinta-feira (17) um Boeing C-17 Globemaster III na base da força aérea canadense em Trenton, no Canadá. Fast tenta estabelecer um novo recorde mundial para o avião mais pesado puxado por um homem. (Foto: Frank Gunn/AP)
Segundo a Boeing, o Globemaster III pesa vazio 125,6 toneladas, enquanto o peso máximo para decolagem é de 265,3 toneladas. Além disso, tem 53 metros de comprimento e 16,79 m de altura. (Foto: Frank Gunn/AP)
Cientistas descobrem nova fórmula para tratamento da leucemia
Nova droga destrói células cancerígenas em pacientes com resistência.Tratamento só deve estar disponível entre três e cinco anos.Chamada "PBOX-15", a nova droga consegue destruir as células cancerígenas em pacientes de leucemia que mostram sintomas fracos e resistência a outros tratamentos.
O estudo foi desenvolvido por cientistas do irlandês Trinity College Dublin (TCD) em cooperação com a Universidade de Siena, na Itália, e está ainda em fase experimental, por isso que o uso do novo tratamento pode demorar de três e cinco anos.
Segundo o professor do TCD, Mark Lawlor, sua equipe de pesquisadores trata agora de investigar os efeitos colaterais do "PBOX-15".
"Estamos muito emocionados. Queremos dar esperança aos doentes de câncer", afirmou Lawler, e explicou que o fármaco fornecido aos pacientes ataca e destrói a estrutura das células cancerígenas da leucemia.
Potencial
O tratamento foi particularmente bem-sucedido na Leucemia Linfática Crônica (LLC), o tipo de câncer de sangue e medula óssea mais comum no Ocidente.
Segundo a investigação, a "PBOX-15" demonstrou maior eficiência que outros medicamentos utilizados até agora, como a "fludarabina", um fármaco de quimioterapia anticancerígeno.
O diretor da Sociedade Irlandesa do Câncer, John McCormack, demonstrou confiança sobre a descoberta científica e deseja que o medicamento passe logo do laboratório para as camas de hospital em benefício dos pacientes.
"Esta novidade destaca o potencial que têm os descobrimentos científicos básicos para o benefício clínico".
O estudo foi desenvolvido por cientistas do irlandês Trinity College Dublin (TCD) em cooperação com a Universidade de Siena, na Itália, e está ainda em fase experimental, por isso que o uso do novo tratamento pode demorar de três e cinco anos.
Segundo o professor do TCD, Mark Lawlor, sua equipe de pesquisadores trata agora de investigar os efeitos colaterais do "PBOX-15".
"Estamos muito emocionados. Queremos dar esperança aos doentes de câncer", afirmou Lawler, e explicou que o fármaco fornecido aos pacientes ataca e destrói a estrutura das células cancerígenas da leucemia.
Potencial
O tratamento foi particularmente bem-sucedido na Leucemia Linfática Crônica (LLC), o tipo de câncer de sangue e medula óssea mais comum no Ocidente.
Segundo a investigação, a "PBOX-15" demonstrou maior eficiência que outros medicamentos utilizados até agora, como a "fludarabina", um fármaco de quimioterapia anticancerígeno.
O diretor da Sociedade Irlandesa do Câncer, John McCormack, demonstrou confiança sobre a descoberta científica e deseja que o medicamento passe logo do laboratório para as camas de hospital em benefício dos pacientes.
"Esta novidade destaca o potencial que têm os descobrimentos científicos básicos para o benefício clínico".
Pane de sonda em rasante por Mercúrio prejudica captura de imagens
Mas manobra para Messenger entrar em órbita em 2011 foi bem-sucedida.Veja duas das primeiras fotos enviadas pela sonda nesta quarta-feira.A Nasa divulgou nesta quarta-feira (30) imagens obtidas pela Messenger durante o sobrevoo de Mercúrio , realizado ontem no final da tarde (horário de Brasília). A sonda fotografou 5% da superfície do planeta que nunca tinha sido visualizada antes. Como mais de 90% já haviam sido mapeados antes do rasante de ontem (três da Mariner 10, em 1974 e 1975, e duas da própria Messenger, ano passado) a conclusão é que a ciência ainda vai ficar sem saber qual é a aparência de quase 5% do corpo celeste que fica mais encostado no Sol.
Nota da coordenação da missão lamenta que uma “perda de sinal inesperada antes do ponto mais próximo de abordagem prejudicou os planos”. Além de clicar Mercúrio, o objetivo da manobra foi dar impulso à Messenger, de modo que em março de 2011 ela possa finalmente entrar na órbita do planeta.
Foto tirada a 16,2 mil km de Mercúrio. Resolução: 410 metros por pixel (NASA/JHU APL/CI)
Nota da coordenação da missão lamenta que uma “perda de sinal inesperada antes do ponto mais próximo de abordagem prejudicou os planos”. Além de clicar Mercúrio, o objetivo da manobra foi dar impulso à Messenger, de modo que em março de 2011 ela possa finalmente entrar na órbita do planeta.
Uma parte da complicada manobra foi executada em eclipse, explica a nota, quando a nave passou pela sombra de Mercúrio e, sem energia solar, precisou operar com suas baterias internas por 18 minutos. Dez minutos depois de entrar no eclipse e quatro minutos antes do ponto mais próximo da superfície do planeta, o sinal da nave foi perdido.
Uma ‘caixinha’ de joias e um asteroide espalhafatoso
Saiu ontem uma nova imagem de uma das maravilhas do céu, na minha opinião. Trata-se do aglomerado Kappa Crucis, ou NGC 4755, porém mais conhecido como “caixinha de joias”. Esse aglomerado aberto de estrelas tem esse apelido por causa da miríade de estrelas coloridas agrupadas. É um aglomerado fácil de se achar, fica um pouco à esquerda do braço esquerdo do Cruzeiro do Sul e pode ser visto em ambientes escuros como uma pequena mancha cinza, mesmo a olho nu. Em telescópios pequenos já se revela uma pequena joia dos céus. Em um telescópio de 8 metros, revela-se esta maravilha.
Aglomerados abertos são compostos por estrelas jovens (a caixinha de joias tem “apenas” 16 milhões de anos) e estão em processo de separação. Diferentemente dos aglomerados globulares, que são velhos (bilhões de anos de idade) e as estrelas estão todas ligadas gravitacionalmente.Intruso sobre a IndonésiaNo começo deste mês, sem nenhum “aviso prévio”, um asteroide de aproximadamente 10 metros de comprimento entrou na nossa atmosfera, sobre a Indonésia, e explodiu, sem causar nenhum dano. Não se trata da enganação da cratera na Letônia! Essa explosão teve pouca repercussão na mídia ocidental, mas foi certamente um caso digno de nota, pois o asteroide era completamente desconhecido e nos apanhou de surpresa.
Sua explosão foi equivalente a de uma bomba de 50 quilotons, entre duas ou três vezes o poder de uma bomba atômica da época da Segunda Guerra Mundial. Essa detonação gerou uma onda de choque que disparou os sensores de infrassom que monitoram o tratado que baniu os testes nucleares. De início, esse evento foi confundido com um teste nuclear, mas logo a hipótese foi descartada. Estatisticamente, uma explosão assim é esperada a cada 2-12 anos. Agora os astrônomos estão procurando dados de observatórios e radares que fazem o contínuo monitoramento dos céus para estudar melhor esse objeto
Aglomerados abertos são compostos por estrelas jovens (a caixinha de joias tem “apenas” 16 milhões de anos) e estão em processo de separação. Diferentemente dos aglomerados globulares, que são velhos (bilhões de anos de idade) e as estrelas estão todas ligadas gravitacionalmente.Intruso sobre a IndonésiaNo começo deste mês, sem nenhum “aviso prévio”, um asteroide de aproximadamente 10 metros de comprimento entrou na nossa atmosfera, sobre a Indonésia, e explodiu, sem causar nenhum dano. Não se trata da enganação da cratera na Letônia! Essa explosão teve pouca repercussão na mídia ocidental, mas foi certamente um caso digno de nota, pois o asteroide era completamente desconhecido e nos apanhou de surpresa.
Sua explosão foi equivalente a de uma bomba de 50 quilotons, entre duas ou três vezes o poder de uma bomba atômica da época da Segunda Guerra Mundial. Essa detonação gerou uma onda de choque que disparou os sensores de infrassom que monitoram o tratado que baniu os testes nucleares. De início, esse evento foi confundido com um teste nuclear, mas logo a hipótese foi descartada. Estatisticamente, uma explosão assim é esperada a cada 2-12 anos. Agora os astrônomos estão procurando dados de observatórios e radares que fazem o contínuo monitoramento dos céus para estudar melhor esse objeto
Últimas semanas realçam produtividade de sondas e telescópios espaciais
O Sistema Solar e seus planetas estão apinhados de "olheiros". São dezenas de sondas, telescópios, satélites e até jipes-robô trabalhando anos a fio para desvendar os muitos mistérios que o espaço ainda guarda. Eles analisam em detalhes, por exemplo, a composição dos anéis de Saturno, a superfície de Marte, a topografia de Mercúrio. No cumprimento de sua missão como batedores e informantes siderais, alguns se saíram tão bem que estão atualmente cumprindo hora-extra.
As últimas semanas deram uma boa amostra da produtividade desse batalhão - muitíssimo menos custoso que eventuais novas missões tripuladas para a Lua. Apesar de não render um vídeo espetacular, a sonda Messenger deu um rasante em Mercúrio para registrar em imagens e analisar a pequena porção do planeta que permanecia desconhecida. A sonda LCROSS bateu no polo sul da Lua, em busca de evidências de água congelada. Sua "prima", a LRO, continua orbitando a Lua, mapeando e analisando sua superfície. Dados do CoRoT , projeto com participação brasileira, renderam novas descobertas sobre exoplanetas, ou planetas extra-solares, os que orbitam uma estrela que não seja o Sol.
Já o telescópio espacial Hubble , esse continua, 19 anos após o lançamento, como o principal fornecedor das mais belas e impressionantes fotografias da imensidão que envolve a Terra. Sete anos mais "jovem", Cassini continua na marcação corpo-a-corpo de Saturno - algo que tem feito, muito bem, desde meados de 2004.
As últimas semanas deram uma boa amostra da produtividade desse batalhão - muitíssimo menos custoso que eventuais novas missões tripuladas para a Lua. Apesar de não render um vídeo espetacular, a sonda Messenger deu um rasante em Mercúrio para registrar em imagens e analisar a pequena porção do planeta que permanecia desconhecida. A sonda LCROSS bateu no polo sul da Lua, em busca de evidências de água congelada. Sua "prima", a LRO, continua orbitando a Lua, mapeando e analisando sua superfície. Dados do CoRoT , projeto com participação brasileira, renderam novas descobertas sobre exoplanetas, ou planetas extra-solares, os que orbitam uma estrela que não seja o Sol.
Já o telescópio espacial Hubble , esse continua, 19 anos após o lançamento, como o principal fornecedor das mais belas e impressionantes fotografias da imensidão que envolve a Terra. Sete anos mais "jovem", Cassini continua na marcação corpo-a-corpo de Saturno - algo que tem feito, muito bem, desde meados de 2004.
Umidade e insetos ameaçam conservação de múmias em Viena
Cerca de 4 mil pessoas foram sepultadas em túneis.Condições especiais fizeram com que corpos se conservassem. Visitante olha cadáver em uma cripta no centro de Viena, na Áustria. O túnel foi usado para sepultar cerca de 4 mil pessoas entre 1.560 e 1783. Muitos corpos acabaram se mumificando por conta de condições climáticas muito especiais do subsolo. Atualmente, os caixões e cadáveres estão ameaçados pela umidade e pelos insetos. Vários deles já foram destruídos. (Foto: Herwig Prammer)
Chef faz almôndega de mais de 100 quilos e bate recorde
Marca foi quebrada pelo cozinheiro Matthew Mitnitsky.Ele estabeleceu o recorde no domingo em Concord (EUA).
terça-feira, 6 de outubro de 2009
Segundo estudo, mais de 1,5 bilhão terão hipertensão em 2025
Cerca de 1,56 bilhão de adultos sofrerão de hipertensão no mundo todo em 2025, segundo um estudo publicado pela revista médica britânica The Lancet.
No ano de 2000, um total de 972 milhões de pessoas, ou 26,4% da população adulta do planeta, já tinha uma elevada pressão sanguínea.
Esses números não incluem, no entanto, a chamada pré-hipertensão, ou seja, a pressão sanguínea um pouco mais alta que o normal.
Somente na China, a hipertensão está na origem de mais de um milhão de mortes prematuras (antes dos 72 anos nos homens e de 75 nas mulheres) e de mais de dois milhões de mortes no total.
Essa é a conclusão do artigo publicado pela The Lancet, do professor Jiang He, da Tulane University School of Public Health and Tropical Medicine, no estado americano da Louisiana.
Em 2005, cerca de 2,3 milhões de mortes por causas cardiovasculares ocorridas na China foram atribuídas diretamente à pressão sanguínea.
A maioria dessas mortes foi causada por doenças cerebrovasculares, segundo o estudo.
"A hipertensão é a principal causa das mortes na China por razões que poderiam ser prevenidas", segundo os autores do estudo, que aconselham, entre outras coisas, a redução da ingestão de sal diária e uma mudança geral no estilo de vida.
No ano de 2000, um total de 972 milhões de pessoas, ou 26,4% da população adulta do planeta, já tinha uma elevada pressão sanguínea.
Esses números não incluem, no entanto, a chamada pré-hipertensão, ou seja, a pressão sanguínea um pouco mais alta que o normal.
Somente na China, a hipertensão está na origem de mais de um milhão de mortes prematuras (antes dos 72 anos nos homens e de 75 nas mulheres) e de mais de dois milhões de mortes no total.
Essa é a conclusão do artigo publicado pela The Lancet, do professor Jiang He, da Tulane University School of Public Health and Tropical Medicine, no estado americano da Louisiana.
Em 2005, cerca de 2,3 milhões de mortes por causas cardiovasculares ocorridas na China foram atribuídas diretamente à pressão sanguínea.
A maioria dessas mortes foi causada por doenças cerebrovasculares, segundo o estudo.
"A hipertensão é a principal causa das mortes na China por razões que poderiam ser prevenidas", segundo os autores do estudo, que aconselham, entre outras coisas, a redução da ingestão de sal diária e uma mudança geral no estilo de vida.
quinta-feira, 24 de setembro de 2009
Expansão do universo traz limites para exploração humana
Quão longe um astronauta conseguiria viajar em seu tempo de vida? Resposta: bilhões de anos-luz.
No entanto, mesmo com foguetes que pudessem nos levar para perto da velocidade da luz equipamentos fictícios em termos práticos, a expansão do universo acabaria por nos deixar para trás.
A energia escura a força misteriosa por trás da aceleração da expansão do universo coloca um limite na exploração humana dele, diz Juliana Kwan, da Universidade de Sydney em New South Wales, Austrália, que agora refinou o possível limite futuro de nossas viagens.
Desde que os astrônomos descobriram que a expansão do universo está acelerando, muitos tentaram imaginar o quanto isto iria restringir o que poderíamos sequer ver com telescópios no futuro.
Ocorre que regiões distantes do universo vão acabar por se expandir tão rápido que a luz de qualquer objeto lá pode jamais nos alcançar.
O mais distante que a luz emitida por nosso Sol hoje poderia alcançar estaria por volta de 13,7 bilhões de anos-luz de distância.
De acordo com cálculos anteriores feitos por Jeremy Heyl, da Universidade da Colúmbia Britânica, em Vancouver, e publicados em artigo no periódico "Physical Review", um "foguete super-avançado" poderia fazer todo este percurso em um tempo de vida humana.
Uma aceleração por volta de nove metros por segundo a cada segundo poderia conseguir alcançar 99% do caminho para o "horizonte" da expansão.
Apesar da vasta distância, isto iria tomar cerca de 50 anos para um astronauta, porque o tempo passaria mais lentamente na Terra devido à relatividade.
Agora, em um artigo que aparece no "Publications of the Astronomical Society of Australia", Juliana Kwan e seus colegas descobriram que a viagem poderia levar ainda menos tempo.
Baseados nos valores cósmicos mais recentes para a energia escura e outros parâmetros, eles mostraram que um astronauta poderia fazer a jornada em apenas 30 anos.
Mas seus cálculos também sugerem que fazer a tripulação retornar para casa já seria um desafio em si. Mesmo pequenas incertezas na força da energia escura ou a densidade total de matéria no universo poderia fazer com que uma espaçonave não pudesse alcançar a Terra por milhões de anos-luz.
Começar a desaceleração apenas um segundo mais tarde poderia fazê-la ultrapassar a Via Láctea, diz Kwan: "Você efetivamente ficaria perdido no espaço".
Além disso, mesmo se você parasse no lugar certo, você ainda ficaria desapontado no retorno. Cerca de 70 bilhões de anos teriam passado na Terra, então o Sol já teria acabado há muito tempo, levando a Terra com ele, e a paisagem estaria praticamente toda escura.
No entanto, mesmo com foguetes que pudessem nos levar para perto da velocidade da luz equipamentos fictícios em termos práticos, a expansão do universo acabaria por nos deixar para trás.
A energia escura a força misteriosa por trás da aceleração da expansão do universo coloca um limite na exploração humana dele, diz Juliana Kwan, da Universidade de Sydney em New South Wales, Austrália, que agora refinou o possível limite futuro de nossas viagens.
Luz
Desde que os astrônomos descobriram que a expansão do universo está acelerando, muitos tentaram imaginar o quanto isto iria restringir o que poderíamos sequer ver com telescópios no futuro.
Ocorre que regiões distantes do universo vão acabar por se expandir tão rápido que a luz de qualquer objeto lá pode jamais nos alcançar.
O mais distante que a luz emitida por nosso Sol hoje poderia alcançar estaria por volta de 13,7 bilhões de anos-luz de distância.
"Superfoguete"
Uma aceleração por volta de nove metros por segundo a cada segundo poderia conseguir alcançar 99% do caminho para o "horizonte" da expansão.
Apesar da vasta distância, isto iria tomar cerca de 50 anos para um astronauta, porque o tempo passaria mais lentamente na Terra devido à relatividade.
Agora, em um artigo que aparece no "Publications of the Astronomical Society of Australia", Juliana Kwan e seus colegas descobriram que a viagem poderia levar ainda menos tempo.
Baseados nos valores cósmicos mais recentes para a energia escura e outros parâmetros, eles mostraram que um astronauta poderia fazer a jornada em apenas 30 anos.
Mas seus cálculos também sugerem que fazer a tripulação retornar para casa já seria um desafio em si. Mesmo pequenas incertezas na força da energia escura ou a densidade total de matéria no universo poderia fazer com que uma espaçonave não pudesse alcançar a Terra por milhões de anos-luz.
Começar a desaceleração apenas um segundo mais tarde poderia fazê-la ultrapassar a Via Láctea, diz Kwan: "Você efetivamente ficaria perdido no espaço".
Além disso, mesmo se você parasse no lugar certo, você ainda ficaria desapontado no retorno. Cerca de 70 bilhões de anos teriam passado na Terra, então o Sol já teria acabado há muito tempo, levando a Terra com ele, e a paisagem estaria praticamente toda escura.
Pela primeira vez, vacina reduz contágio da Aids em 31%
Um grupo de cientistas dos Estados Unidos e Tailândia apresentou nesta quinta-feira em Bangcoc uma vacina que reduz o risco de contágio da Aids em 31,2% após haver realizado testes em 16 mil voluntários, no que supõe a primeira vez que se consegue frear a doença com este tipo de remédios.
"Estes resultados indicam que a consecução de uma vacina para frear a Aids eficaz e segura é possível", destacou o coronel Nelson Michael, diretor da divisão de Retrovirologia do Instituto de Pesquisa do Exército Walter Reed dos Estados Unidos.
O resultado se anunciou na capital tailandesa por membros do grupo que colabora na pesquisa: o Exército dos EUA, o Ministério da Saúde da Tailândia, o Instituto Fauci, Sanofi-Pasteur e Global Solutions for Infectious Diseases.
O doutor Anthony Fauci disse que ainda não é momento de euforia, mas "não existe qualquer dúvida que é um resultado muito importante", após 20 anos sem avanços.
A vacina em testes é conhecida como RV 144 e mistura duas fórmulas genéticas que não tinham funcionado antes com humanos e que nesta ocasião protegeram 31,2% dos voluntários.
O estudo começou em 2003, contou com 16.402 voluntários --homens e mulheres ente 18 e 30 anos de idade-- e começou com a aplicação da vacina à metade e de placebo ao resto.
Das pessoas que receberam placebo, se infectaram 74; enquanto no outro grupo, só 51.
O doutor Fauci assinalou que normalmente os cientistas consideram factível uma vacina quando seu índice de efetividade supera 70%, mas no caso da Aids qualquer proteção já é um avanço.
Um relatório mais detalhado das provas se apresentará na Conferência de Vacinas da Aids que será realizada em Paris de 19 a 22 de outubro.
"Estes resultados indicam que a consecução de uma vacina para frear a Aids eficaz e segura é possível", destacou o coronel Nelson Michael, diretor da divisão de Retrovirologia do Instituto de Pesquisa do Exército Walter Reed dos Estados Unidos.
O resultado se anunciou na capital tailandesa por membros do grupo que colabora na pesquisa: o Exército dos EUA, o Ministério da Saúde da Tailândia, o Instituto Fauci, Sanofi-Pasteur e Global Solutions for Infectious Diseases.
O doutor Anthony Fauci disse que ainda não é momento de euforia, mas "não existe qualquer dúvida que é um resultado muito importante", após 20 anos sem avanços.
A vacina em testes é conhecida como RV 144 e mistura duas fórmulas genéticas que não tinham funcionado antes com humanos e que nesta ocasião protegeram 31,2% dos voluntários.
O estudo começou em 2003, contou com 16.402 voluntários --homens e mulheres ente 18 e 30 anos de idade-- e começou com a aplicação da vacina à metade e de placebo ao resto.
Das pessoas que receberam placebo, se infectaram 74; enquanto no outro grupo, só 51.
O doutor Fauci assinalou que normalmente os cientistas consideram factível uma vacina quando seu índice de efetividade supera 70%, mas no caso da Aids qualquer proteção já é um avanço.
Um relatório mais detalhado das provas se apresentará na Conferência de Vacinas da Aids que será realizada em Paris de 19 a 22 de outubro.
Hipopótamo idoso comemora aniversário com bolo de legumes
O hipopótamo mais velho do Japão comemorou seu aniversário no Dia do Respeito ao Idoso, um feriado nacional no país.
O presente foi um bolo de polpa de soja de 12 quilos, decorado com cenouras e aspargos.
O hipopótamo acaba de completar 57 anos, o equivalente a cem anos para os humanos.
Apesar da idade, o animal ainda tem um enorme apetite, comendo cinco refeições por dia, além de alguns lanchinhos.
"O segredo para uma vida longa parece ser relaxar e fazer as coisas no seu ritmo. Eu espero que o hipopótamo continue sendo um símbolo do zoológico por muitos anos", disse o diretor do Zoológico de Nomi City, em Ishikawa.
Crianças de escolas locais visitaram o hipopótamo para comemorar a data e fizeram apresentações de canto e dança em frente ao cercado do hipopótamo.
O presente foi um bolo de polpa de soja de 12 quilos, decorado com cenouras e aspargos.
O hipopótamo acaba de completar 57 anos, o equivalente a cem anos para os humanos.
Apesar da idade, o animal ainda tem um enorme apetite, comendo cinco refeições por dia, além de alguns lanchinhos.
"O segredo para uma vida longa parece ser relaxar e fazer as coisas no seu ritmo. Eu espero que o hipopótamo continue sendo um símbolo do zoológico por muitos anos", disse o diretor do Zoológico de Nomi City, em Ishikawa.
Crianças de escolas locais visitaram o hipopótamo para comemorar a data e fizeram apresentações de canto e dança em frente ao cercado do hipopótamo.
No Brasil, máquina vai medir o diâmetro do Sol
Poucas pessoas que visitam pela primeira vez o Observatório Nacional, no Rio de Janeiro, imagina que as belíssimas cúpulas de metal distribuídas ao longo dos gramados da instituição há muitas décadas não abrigam mais telescópios capazes de fazer astronomia de ponta. Um novo instrumento a ser instalado em uma delas, porém, deve dar vida nova ao local. A partir de sexta-feira, um heliômetro --instrumento usado para medir o diâmetro do Sol-- de última geração começa a funcionar lá.
Sem condições de céu adequadas para observar estrelas, restou ao campus principal do observatório estudar o Sol, atividade que não é tão prejudicada pela umidade do clima carioca.
Enquanto o instrumento existente no local tira agora 1.800 fotos do Sol, por dia, o novo fará 8.000 imagens por hora. É uma melhoria de frequência superior a cem vezes, e com fotos mais precisas. A ideia de investir no aparelho se deveu ao fato de o Observatório Nacional já ter tradição na área.
A medida do diâmetro do astro é importante porque revela a intensidade de sua atividade. A largura angular da chamada fotosfera, a área emissora de luz no Sol, é um indicador disso.
Seu monitoramento pode revelar, entre outras coisas, qual é peso da variação de atividade solar sobre as mudanças climáticas na Terra, um assunto controverso hoje, frequentemente usado por grupos minoritários de cientistas para questionar o papel das atividades humanas no aquecimento global.
O assunto deve ser aprofundado melhor pela Rede Internacional de Monitoramento do Diâmetro Solar, da qual o Observatório Nacional faz parte.
Projeto Twan divulga imagem de aurora boreal no Canadá
Uma imagem de aurora polar boreal no Canadá foi divulgada nesta terça-feira (22) pelo projeto Twan (O Mundo à Noite, na sigla em inglês). O fenômento é um processo óptico em que se vê um brilho no céu noturno em região próxima de zonas polares.
A aurora acontece com o impacto de partículas de vento solar com a atmosfera da Terra, canalizadas pelo campo magnético do planeta. Quando ocorre no hemisfério norte, é chamada boreal; quando no hemisfério sul, de austral.
A imagem inclui o aglomerado estelar Plêiades, na constelação de Touro, bem na parte direita superior da Lua.
quarta-feira, 9 de setembro de 2009
Estrela está prestes a engolir planeta gigante, indica estudo
Um planeta gigante recém-descoberto, Wasp-18b, que completa uma órbita inteira em menos de um dia, pode estar prestes a ser engolido por sua estrela-mãe.
A meros 2,2 milhões de quilômetros dela o mesmo que a distância da Terra ao Sol dividida por 70, o planeta sofre tantas deformações gravitacionais que deve estar espiralando para dentro, em vez de orbitar normalmente, diz um estudo.
"Fazendo as contas, a colisão do planeta com a estrela deve ocorrer daqui a uns 500 mil anos", diz Andrew Cameron, da Universidade de St.Andrews.
Planeta recém-descoberto, cujo nome é Wasp-18b, pode estar prestes a ser engolido por sua estrela-mãe, indica estudo
"Isso é uma parcela minúscula da vida da estrela. Achamos que ela tem 1 bilhão de anos, então deveria haver só uma chance em 2.000 de vermos uma estrela assim nesse momento de sua vida."
Segundo o cientista, que é coautor do estudo sobre Wasp-18b na revista "Nature", observações nos próximos anos averiguarão se a hipótese está certa.
Se o planeta não estiver espiralando para dentro, porém, pode ser que teorias atuais sobre o efeito maré a deformação de um objeto que orbita outro tenham algum erro. "De um jeito ou de outro, acho que será uma descoberta importante", diz Cameron.
Nasa divulga imagens do Universo captadas pelo telescópio Hubble
A Nasa divulgou as primeiras imagens captadas do Espaço pelo telescópio espacial Hubble desde o reparo milionário do equipamento, efetuado em maio deste ano.
Outra fotografia captada pelo Hubble remete à colisão de um corpo celeste em Júpiter --inicialmente observada por um astrônomo amador, e posteriormente confirmada pela Nasa em julho.
O trabalho de reparos no Hubble incluiu a instalação de duas novas câmeras, outros instrumentos científicos e a substituição de peças quebradas.
As imagens de galáxias e nebulosas são mais nítidas do que as fotos anteriores, captadas a partir dos mesmos lugares pelo Hubble antes da manutenção. Algumas das imagens coloridas têm brilhos de luz brilhante que dão a sensação de halos celestes.
Outra fotografia captada pelo Hubble remete à colisão de um corpo celeste em Júpiter --inicialmente observada por um astrônomo amador, e posteriormente confirmada pela Nasa em julho.
Pesquisadores suíços recriam um gene resistente ao vírus da Aids
Uma equipe de pesquisadores da Universidade de Genebra conseguiu reproduzir a estrutura de um gene presente num macaco sul-americano e considerado ativo contra o vírus da Aids, segundo estudos publicados na terça-feira (8) pelo "Journal of Clinical Investigation". Esta descoberta poderá abrir caminho para novas terapias contra a Aids, de acordo com a pesquisa.
gene, descoberto em 2004 no macaco-coruja (Aotus trivirgatus) por um grupo de cientistas americanos da Universidade de Columbia, permite produzir uma proteína que mostrou resistência ao vírus da Aids.
Os pesquisadores de Genebra conseguiram recriá-lo artificialmente, depois de ter descoberto que correspondia à fusão de dois genes humanos. Em seguida, conseguiram dar vida a este novo gene, a partir da inserção em células sanguíneas humanas.
O gene também foi transplantado em um "rato transgênico" que apresenta as mesmas características imunitárias de um ser humano. "O gene obtido mostrou a mesma potência inibidora contra o vírus que o gene original presente no macaco", disseram os pesquisadores.
"O gene que encontramos pode ser utilizado como uma alternativa para os remédios contra a Aids (...) que algumas pessoas não suportam", disse o professor Jeremy Luban, que dirige a equipe de Genebra. "É possível utilizar como um gene terapêutico contra o HIV e ser transplantado em pessoas infectadas pelo vírus", observou.
O professor Luban, que dirigia a equipe americana que descobriu o gene em 2004, prevê também investigar "como este gene bloqueia o vírus da Aids".
Na semana passada, outra descoberta importante foi feita em prol do combate à doença: um "ponto fraco" do vírus HIV comum a muitas de suas linhagens foi descoberto por pesquisadores norte-americanos, o que abre a possibilidade da fabricação de uma vacina contra o vírus.
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Estudantes de engenharia criam máquina que identifica e analisa pum
Alunos da universidade de Cornell, nos Estados Unidos, desenvolveram uma máquina que detecta e analisa puns. Segundo o site da revista "Popular Sciense", Robert Clain e Miguel Salas tiveram a ideia de criar o equipamento depois de uma aula sobre como funcionam os bafômetros.
Os alunos de engenharia da computação usaram um monitor sensível a sulfato de hidrogênio, um termômetro e um microfone ligados a um software que classifica a emissão.
A nota do pum, em escala de zero a 10, é baseada em três pilares: cheiro, temperatura e som. De acordo com os criadores da máquina, o mais crítico é a temperatura - quanto mais quente, mais rápido ele se espalha pelo ar.
Depois de alguns meses de elaboração, a invenção já foi testada pelos estudantes. Eles garantem que a engenhoca tem utilidade fora dos alojamentos de alunos, como sensor de bactérias que produzem sulfato de hidrogênio em hospitais e até mesmo para medir mau hálito em consultórios de dentista.
Veterinários também já demonstraram interesse. "Você pode testar saúde do gado pela qualidade de seus puns. Cheiro e som podem dizer muito sobre seus movimentos intestinais", disse Clain.
terça-feira, 8 de setembro de 2009
Cientistas da Universidade do Oeste da Inglaterra desenvolveram o plasmobot, robô fabricado a partir do plasmódio, uma espécie de mofo comumente encon

Trabalhando em conjunto, pesquisadores da Suécia, Espanha, Alemanha, Itália e Suíça desenvolveram um método que permite a fabricação em massa de pequenos robos completamente funcionais e incrivelmente pequenos: apenas 4mm de comprimento.
Segundo a revista PhysOrg, os robôs são compostos de um "sanduíche" de cinco camadas (célula solar, módulo de comunicação, processador, pernas e sensor, capacitor) dispostas em uma única placa de circuito impresso flexível, que é dobrada para montar as máquinas. Elas são capazes de se movimentar usando três pernas que vibram, com uma quarta perna servindo de sensor do ambiente.
Embora individualmente os robôs sejam muito simples, com ações modeladas no comportamento de insetos, o frameworks "I-SWARM" (intelligent small-world autonomous robots for micro-manipulation ou robôs inteligentes autônomos miniaturizados para micro-manipulação, na tradução) pode ser usado para fazê-los coordenar esforços e trabalhar em conjunto na execução de uma tarefa.
Os pesquisadores agora trabalham na melhoria do processo de fabricação, visando chegar a um ponto que permita a criação de máquinas mais complexas. Atualmente, a montagem de cada robô é feita manualmente, e a taxa de perdas na linha de montagem é grande. Espera-se que, com a produção em grande escala, ela se torne economicamente insignificante
Pesquisadores criam o primeiro robô feito de mofo
Cientistas da Universidade do Oeste da Inglaterra desenvolveram o plasmobot, cobô fabricado a partir do plasmódio, uma espécie de mofo comumente encontrado em florestas, jardins e outros locais úmidos do Reino Unido. De acordo com o site PhysOrg o objetivo da pesquisa é fabricar o primeiro robô totalmente biológico, sem componentes de silício.
Esse projeto é pioneiro nos estudos de computação não convencional. Se é difícil imaginar como um robô possa ser feito de mofo em sua totalidade Andy Adamatzky, o professor que lidera a pesquisa, explica: "A ideia de um computador para a maioria das pessoas é uma peça de hardware com software projetado para realizar tarefas específicas. Esse mofo, ou plasmódio, é uma substância natural com sua própria inteligência embutida. Ele se propaga e procura por fontes de nutrientes, e quando encontra essas fontes se ramifica em uma série de veias de protoplasma", esclarece.
O plasmódio, estágio vegetativo do organismo protista Physarum polycephalum, é um material muito flexível. Além de conseguir resolver complexas tarefas computacionais como cálculo do menor caminho entre dois pontos ele também pode mover objetos, uma vez que faz crescer tubos que oscilam e locomovem coisas. Também é possível fazê-lo crescer em determinadas direções ao aplicar estímulos luminosos ou químicos.
De acordo com o blog Beyond the Beyond da revista Wired, os robôs terão entradas e saídas paralelas, uma rede de sensores e o poder de computação esmagador dos supercomputadores atuais. O plasmobot poderá será controlado por gradientes espaciais de luz, campos eletromagnéticos e as características do substrato sobre o qual for colocado.
Apesar de estranho, o plasmódio pode ter aplicações extremamente benéficas para a humanidade. Segundo o dr. Adamatzky, o mofo poderá futuramente ser utilizado para levar pequenas quantidades de substâncias químicas a um local, usando a luz para propagá-lo; ou seu movimento poderia ser usado para ajudar a montar micro-componentes de máquinas.
No corpo humano o plasmódio poderá levar remédios a certas partes, ou poderá funcionar como milhares de pequenos computadores sob a pele que atuarão em rotinas que deixarão o cérebro livre para outras tarefas. Obviamente, todas essas aplicações, por enquanto, são especulações ¿ e, embora a tecnologia seja mesmo promissora, nada há, ainda, de prático construído sobre ela.
Esse projeto é pioneiro nos estudos de computação não convencional. Se é difícil imaginar como um robô possa ser feito de mofo em sua totalidade Andy Adamatzky, o professor que lidera a pesquisa, explica: "A ideia de um computador para a maioria das pessoas é uma peça de hardware com software projetado para realizar tarefas específicas. Esse mofo, ou plasmódio, é uma substância natural com sua própria inteligência embutida. Ele se propaga e procura por fontes de nutrientes, e quando encontra essas fontes se ramifica em uma série de veias de protoplasma", esclarece.
O plasmódio, estágio vegetativo do organismo protista Physarum polycephalum, é um material muito flexível. Além de conseguir resolver complexas tarefas computacionais como cálculo do menor caminho entre dois pontos ele também pode mover objetos, uma vez que faz crescer tubos que oscilam e locomovem coisas. Também é possível fazê-lo crescer em determinadas direções ao aplicar estímulos luminosos ou químicos.
De acordo com o blog Beyond the Beyond da revista Wired, os robôs terão entradas e saídas paralelas, uma rede de sensores e o poder de computação esmagador dos supercomputadores atuais. O plasmobot poderá será controlado por gradientes espaciais de luz, campos eletromagnéticos e as características do substrato sobre o qual for colocado.
Apesar de estranho, o plasmódio pode ter aplicações extremamente benéficas para a humanidade. Segundo o dr. Adamatzky, o mofo poderá futuramente ser utilizado para levar pequenas quantidades de substâncias químicas a um local, usando a luz para propagá-lo; ou seu movimento poderia ser usado para ajudar a montar micro-componentes de máquinas.
No corpo humano o plasmódio poderá levar remédios a certas partes, ou poderá funcionar como milhares de pequenos computadores sob a pele que atuarão em rotinas que deixarão o cérebro livre para outras tarefas. Obviamente, todas essas aplicações, por enquanto, são especulações ¿ e, embora a tecnologia seja mesmo promissora, nada há, ainda, de prático construído sobre ela.
Segundo reportagem publicada pelo site da CNN, Ivy, antes de se cadastrar no Twitter, já era uma usuária ativa do Facebook, com mais de 5 mil amigos.

Robôs que podem tomar decisões próprias até o momento estão confinados a filmes de ficção cientifica, mas uma figura do tamanho de uma criança, com olhos grandes e um rosto branco, está se esforçando por transformar a ficção em realidade. Seu nome é iCubo, e os cientistas esperam que aprenda a adaptar seu comportamento às circunstâncias mutáveis, oferecendo novas percepções sobre o desenvolvimento da consciência humana.
Seis versões do iCub existem em laboratórios da Europa, onde os cientistas estão alterando minuciosamente o seu cérebro eletrônico de maneira a tornar o robô capaz de aprendizado, como uma criança. "Nosso objetivo é realmente compreender algo que é muito humano: a capacidade de cooperar, de compreender o que outra pessoa deseja que façamos, e de podermos nos alinhar com elas e trabalhar juntos", disse Peter Ford Dominey, diretor da pesquisa.
O iCub tem cerca de um metro de altura e conta com tronco, braços e pernas articulados e feitos de intrincados circuitos eletrônicos. O robô tem um rosto branco, com traços de nariz e grandes olhos redondos capazes de ver e acompanhar o movimento de objetos.
"Vamos jogar um jogo velho ou um jogo novo?", perguntou o iCub a Dominey em recente experiência conduzida em um laboratório de Lyon, no sudeste da França. Sua voz era robótica, o que não surpreende, mas tinha a entonação que uma pessoa adota ao fazer uma pergunta.
O "jogo" envolvia uma pessoa que apanhava uma caixa, revelando um brinquedo colocado embaixo dela. Depois, uma segunda pessoa levantava o objeto e voltava a colocá-lo no lugar. Por fim, a primeira pessoa reposicionava a caixa por sobre o brinquedo.
Depois de assistir a dois seres humanos realizando essas ações, o iCub aprende como participar da diversão.
"O robô está demonstrando que é capaz de mudar de papel. Pode desempenhar o papel da primeira ou o da segunda pessoa nessa interação", disse Dominey, que recebeu verbas da União Europeia para seu trabalho com o iCub.
Embora passatempos simples como esses possam parecer decepcionantes para os fãs de C-3PO, o robô dos filmes Guerra nas Estrelas que se gaba de fluência em 6 milhões de formas de comunicação, eles estão na vanguarda da robótica e apresentam claro interesse científico.
Usuária do Twitter completa 104 anos de idade na Inglaterra
Nesta terça-feira, uma das mais velhas usuárias do Twitter no mundo completa 104 anos. Com mais de 27 mil seguidores, a britânica Ivy Bean atualiza todos os dias, da clínica onde vive em Bradford, nordeste da Inglaterra, seu perfil no Twitter com os altos e baixos da sua vida, como sua ida ao cabeleireiro ou um jantar de peixe e batatas em frente à televisão Segundo reportagem publicada pelo site da CNN, Ivy, antes de se cadastrar no Twitter, já era uma usuária ativa do Facebook, com mais de 5 mil amigos. Para ela, usar as redes sociais na internet é uma ótima maneira de se manter em contato com as pessoas.
Além de impressionar pela facilidade com que usa a internet, Ivy também impressiona em outras áreas da sua vida. Recentemente venceu uma medalha de ouro na clínica onde vive em um campeonato de frisbee para maiores de 75 anos.
Os perfis de Ivy Bean no Facebook e no Twitter tem atraído a atenção da imprensa internacional. Mas, segundo afirma a matéria da CNN, Ivy não é a única centenária a manter perfis atualizados em redes sociais na internet. Na clínica onde vive, muitos dos seus colegas também mantem perfis em redes sociais online.
Além de impressionar pela facilidade com que usa a internet, Ivy também impressiona em outras áreas da sua vida. Recentemente venceu uma medalha de ouro na clínica onde vive em um campeonato de frisbee para maiores de 75 anos.
Os perfis de Ivy Bean no Facebook e no Twitter tem atraído a atenção da imprensa internacional. Mas, segundo afirma a matéria da CNN, Ivy não é a única centenária a manter perfis atualizados em redes sociais na internet. Na clínica onde vive, muitos dos seus colegas também mantem perfis em redes sociais online.
Eletricidade sem fios pode ser realidade em breve
Aparelhos eletrônicos como telefones celulares e laptops podem começar a se libertar de seus carregadores com fio já a partir do próximo ano, segundo afirma um executivo da WiTricity, empresa que promete lançar no mercado em breve uma nova tecnologias de eletricidade sem fio.
Eric Giler, executivo da WiTricity, explicou, em declarações para a rede CNN, que o sistema de eletricidade sem fio ainda precisa ser aperfeiçoado, mas deve estar disponível comercialmente muito em breve, talvez já no ano que vem.
"Daqui a cinco anos, isto vai parecer completamente normal", afirmou Giler, em referência ao fato de que este sistema poderá substituir carregadores com fios elétricos e pilhas descartáveis.
O sistema da Witricity, empresa ligada ao Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), nos Estados Unidos, converte a eletricidade em um campo magnético que navega pelo ar em uma determinada frequência.
Giler também afirmou que o sistema poderá tornar atrativos os carros elétricos, que "são maravilhosos, mas ninguém quer realmente ligá-los na corrente elétrica".
Idéias sobre eletricidade sem fio vêm sendo desenvolvidas há mais de um século. Em 1890, Nikola Tesla já tentou criar sistemas de envio de eletricidade sem fio. Mas, até hoje, nenhum foi considerado seguro e barato o suficiente para ser produzido em nível comercial.
Existem algumas tecnologias do tipo à venda, mas todas com alguma limitação.
A tecnologia do grupo de pesquisas de Giler é chamada "ressonância magneticamente acoplada" e consiste, basicamente, em enviar para o ar um campo magnético com uma frequencia específica que pode ser captada por um telefone ou aparelho de televisão autorizado, que poderá transformá-lo em eletricidade.
Giler também defende que o preço dos aparelhos não deve aumentar muito devido à tecnologia de eletricidade sem fio. Para ele, a maior barreira para a adoção desta tecnologia é o fato que as pessoas não estão familiarizadas com a ideia.
Eric Giler, executivo da WiTricity, explicou, em declarações para a rede CNN, que o sistema de eletricidade sem fio ainda precisa ser aperfeiçoado, mas deve estar disponível comercialmente muito em breve, talvez já no ano que vem.
"Daqui a cinco anos, isto vai parecer completamente normal", afirmou Giler, em referência ao fato de que este sistema poderá substituir carregadores com fios elétricos e pilhas descartáveis.
O sistema da Witricity, empresa ligada ao Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), nos Estados Unidos, converte a eletricidade em um campo magnético que navega pelo ar em uma determinada frequência.
Giler também afirmou que o sistema poderá tornar atrativos os carros elétricos, que "são maravilhosos, mas ninguém quer realmente ligá-los na corrente elétrica".
Idéias sobre eletricidade sem fio vêm sendo desenvolvidas há mais de um século. Em 1890, Nikola Tesla já tentou criar sistemas de envio de eletricidade sem fio. Mas, até hoje, nenhum foi considerado seguro e barato o suficiente para ser produzido em nível comercial.
Existem algumas tecnologias do tipo à venda, mas todas com alguma limitação.
A tecnologia do grupo de pesquisas de Giler é chamada "ressonância magneticamente acoplada" e consiste, basicamente, em enviar para o ar um campo magnético com uma frequencia específica que pode ser captada por um telefone ou aparelho de televisão autorizado, que poderá transformá-lo em eletricidade.
Giler também defende que o preço dos aparelhos não deve aumentar muito devido à tecnologia de eletricidade sem fio. Para ele, a maior barreira para a adoção desta tecnologia é o fato que as pessoas não estão familiarizadas com a ideia.
segunda-feira, 7 de setembro de 2009
Netbook da Samsung chega a 11 horas de bateria

O N140, novo netbook da Samsung anunciado nesta quinta-feira durante a IFA 2009, maior feira de tecnologia da Europa que ocorre em Berlim, na Alemanha, tem uma autonomia de bateria que pode chegar a 11 horas de duração, de acordo com a fabricante.
O portátil, com tela de 10,1″, será lançado em cinco cores (preto, branco, vermelho escuro, roxo escuro e azul) e pesa 1,27 kg. A máquina vem com alto-falantes com som estéreo SRS, webcam, Wi-Fi, Bluetooth e leitor de cartões 3 em 1. Uma das três portas USB é energizada e, segundo a Samsung, permite recarregar celulares e MP3 players sem que o netbook esteja ligado.
Como é comum em outros produtos (a maioria eletrodomésticos) da fabricante coreana, o teclado do N140 tem proteção antibacteriana. O N140 será vendido na Europa a partir de setembro por preços que variam de 399 a 449 euros, dependendo da configuração. A máquina tem 1 GB de RAM, 250 GB de disco rígido e processador Intel Atom N270 ou N280, com possibilidade de rodar Windows 7.
Já o N130 é o "irmão menor" do N140, com configuração similar, modem 3G integrado e bateria de menor duração (até 7 horas) e vai custar entre 349 e 399 euros, de acordo com o hardware escolhido.
Como é comum em outros produtos (a maioria eletrodomésticos) da fabricante coreana, o teclado do N140 tem proteção antibacteriana. O N140 será vendido na Europa a partir de setembro por preços que variam de 399 a 449 euros, dependendo da configuração. A máquina tem 1 GB de RAM, 250 GB de disco rígido e processador Intel Atom N270 ou N280, com possibilidade de rodar Windows 7.
Já o N130 é o "irmão menor" do N140, com configuração similar, modem 3G integrado e bateria de menor duração (até 7 horas) e vai custar entre 349 e 399 euros, de acordo com o hardware escolhido.
Sony reforça batalha pelo mercado da TV em 3D
A gigante japonesa da alta tecnologia Sony anunciou esta semana que comercializará a partir do próximo ano televisores em 3D, o que iniciou a batalha pelo cobiçado mercado dos monitores em três dimensiones para o lar. O aparelho Bravia LCD, apresentado na feira eletrônica de consumo IFA, não apenas permitirá assistir programas em três dimensões, como será "a peça central da experiência 3D da Sony", prometeu a empresa.
Os usuários poderão conectar o televisor ao console de jogos PlayStation (também da Sony), o que permitirá jogar em 3D, assim como ao Blu-Ray e ao computador. Para garantir o sucesso comercial, a Sony está fabricando o equipamento necessário para que o espectador também possa ver programas normais em duas dimensões.
"É o momento perfeito para fazer um anúncio como este, mas os planos são ambiciosos", afirmou à AFP Ralf Tanger, especialista em tecnologia 3D do Instituto de Pesquisas Fraunhofer Heinrich Hertz.
Os filmes em três dimensões existem há muitos anos. Em 1946, a União Soviética fez Robinson Crusoé, primeiro filme com áudio em cores e em 3D, e nos anos 50 foram lançados mais de 60 filmes com a tecnologia, incluindo Disque M para Matar de Alfred Hitchcock, antes que os grandes estúdios abandonassem o 3D.
Nos anos 70 e início dos 80 os estúdios testaram a tecnologia em longas como Tubarão 3D ou Sexta-Feira, Parte 3. Antes da exibição, os cinemas distribuíam óculos especiais, mas somente com a invenção do formato IMAX em 1986 o 3D passou a ter um protagonismo próprio.
O Festival de Cannes teve início este ano com a exibição do desenho animado em 3D de Up, Altas Aventuras, da Disney-Pixar. Ainda para este ano os fãs esperam com impaciência o lançamento de Avatar, de James Cameron, o diretor de Titanic. O alemão Win Wenders trabalha em um filme sobre a coreógrafa Pina Bausch, que faleceu há alguns meses.
O 3D se estabeleceu nos cinemas, mas a Sony e as concorrentes esperam que o mesmo saia em breve das salas para substituir o 2D como novo parâmetro na televisão.
"Agora o objetivo é a sala de estar", disse Tanger. "No momento, a grande desvantagem é que nos falta material", afirmou Joern Ostermann, diretor do Laboratório de Informação e Tecnologia da Universidade Leipniz, na cidade alemã de Hanover. "Mas isto está mudando", completa.
Mas a Sony não é a única a movimentar as fichas, já que outras empresas como a também japonesa Panasonic e a sul-coreana Hyundai também se preparam, o que faz prever uma possível guerra de formatos quando as tecnologias rivais se enfrentarem para ver qual será a norma.
A Sony tem experiências diferentes na disputa. Nos anos 80 apostou nas fitas de vídeo Betamax, mas perdeu para o formato VHS da rival JVC. No ano passado, no entanto, conseguiu a revanche, com seu formato Blu-Ray batendo o HD DVD da Toshiba.
O novo televisor da Sony alterna a imagem para o olho esquerdo e o olho direito, enquanto óculos especiais abrem e fecham de forma sincronizada com a imagen do aparelho, dando a impressão de profundidade.
Mas a tecnologia avança de forma tão rápida que em breve os óculos podem ficar obsoletos.
Os usuários poderão conectar o televisor ao console de jogos PlayStation (também da Sony), o que permitirá jogar em 3D, assim como ao Blu-Ray e ao computador. Para garantir o sucesso comercial, a Sony está fabricando o equipamento necessário para que o espectador também possa ver programas normais em duas dimensões.
"É o momento perfeito para fazer um anúncio como este, mas os planos são ambiciosos", afirmou à AFP Ralf Tanger, especialista em tecnologia 3D do Instituto de Pesquisas Fraunhofer Heinrich Hertz.
Os filmes em três dimensões existem há muitos anos. Em 1946, a União Soviética fez Robinson Crusoé, primeiro filme com áudio em cores e em 3D, e nos anos 50 foram lançados mais de 60 filmes com a tecnologia, incluindo Disque M para Matar de Alfred Hitchcock, antes que os grandes estúdios abandonassem o 3D.
Nos anos 70 e início dos 80 os estúdios testaram a tecnologia em longas como Tubarão 3D ou Sexta-Feira, Parte 3. Antes da exibição, os cinemas distribuíam óculos especiais, mas somente com a invenção do formato IMAX em 1986 o 3D passou a ter um protagonismo próprio.
O Festival de Cannes teve início este ano com a exibição do desenho animado em 3D de Up, Altas Aventuras, da Disney-Pixar. Ainda para este ano os fãs esperam com impaciência o lançamento de Avatar, de James Cameron, o diretor de Titanic. O alemão Win Wenders trabalha em um filme sobre a coreógrafa Pina Bausch, que faleceu há alguns meses.
O 3D se estabeleceu nos cinemas, mas a Sony e as concorrentes esperam que o mesmo saia em breve das salas para substituir o 2D como novo parâmetro na televisão.
"Agora o objetivo é a sala de estar", disse Tanger. "No momento, a grande desvantagem é que nos falta material", afirmou Joern Ostermann, diretor do Laboratório de Informação e Tecnologia da Universidade Leipniz, na cidade alemã de Hanover. "Mas isto está mudando", completa.
Mas a Sony não é a única a movimentar as fichas, já que outras empresas como a também japonesa Panasonic e a sul-coreana Hyundai também se preparam, o que faz prever uma possível guerra de formatos quando as tecnologias rivais se enfrentarem para ver qual será a norma.
A Sony tem experiências diferentes na disputa. Nos anos 80 apostou nas fitas de vídeo Betamax, mas perdeu para o formato VHS da rival JVC. No ano passado, no entanto, conseguiu a revanche, com seu formato Blu-Ray batendo o HD DVD da Toshiba.
O novo televisor da Sony alterna a imagem para o olho esquerdo e o olho direito, enquanto óculos especiais abrem e fecham de forma sincronizada com a imagen do aparelho, dando a impressão de profundidade.
Mas a tecnologia avança de forma tão rápida que em breve os óculos podem ficar obsoletos.
Entre o final de 2007 e junho de 2009 uma sonda japonesa batizada de Selene orbitou a Lua, usando seus instrumentos de bordo para coletar informações

A Samsung Electronics tem como meta vender pelo menos 2 milhões de televisores com telas de cristal líquido que usam diodos emissores de luz (LED) em 2009 e ao menos 10 milhões de unidades em 2010
TVs com tecnologia LED são cerca de um terço mais finas que as que usam lâmpadas fluorescentes de cátodos frios (LCD) e têm uma vida útil mais longa. Elas oferecem imagens mais brilhantes, com contraste e gama de cores maiores, afirmam os simpatizantes do sistema.
O presidente da divisão de displays visuais da Samsung, Yoon Boo-keun, afirmou que a companhia planeja superar com folga o desempenho da indústria no segmento de TVs LED no ano que vem.
Diferentemente de 2009, quando a Samsung esteve praticamente sozinha no segmento de TVs LED na primeira metade do ano, Yoon afirmou que espera competição "mais aquecida" em 2010.
Fabricantes de telas de televisores planejam embarcar 4,3 milhões de unidades de cristal líquido com LEDs em 2009, segundo relatório de junho da empresa de pesquisa DisplaySearch.
Os televisores LED consomem menos energia que TVs LCD e são econômicos e ambientalmente corretos, afirmou Yoon, acrescentando que a Samsung espera que o segmento de TVs LED tenha o mesmo tamanho da categoria de LCDs em 2012.
O presidente da divisão de displays visuais da Samsung, Yoon Boo-keun, afirmou que a companhia planeja superar com folga o desempenho da indústria no segmento de TVs LED no ano que vem.
Diferentemente de 2009, quando a Samsung esteve praticamente sozinha no segmento de TVs LED na primeira metade do ano, Yoon afirmou que espera competição "mais aquecida" em 2010.
Fabricantes de telas de televisores planejam embarcar 4,3 milhões de unidades de cristal líquido com LEDs em 2009, segundo relatório de junho da empresa de pesquisa DisplaySearch.
Os televisores LED consomem menos energia que TVs LCD e são econômicos e ambientalmente corretos, afirmou Yoon, acrescentando que a Samsung espera que o segmento de TVs LED tenha o mesmo tamanho da categoria de LCDs em 2012.
Projeto japonês cria música a partir da superfície lunar

Entre o final de 2007 e junho de 2009 uma sonda japonesa batizada de Selene orbitou a Lua, usando seus instrumentos de bordo para coletar informações que ajudem a determinar a origem de nosso satélite e mapear sua superfície. Após o fim da missão, os pesquisadores resolveram usar parte dos dados coletados de forma inusitada: para criar música.
O projeto Moonbell (algo como "sino lunar") transforma variações de altitude na superfície da lua em notas musicais tocadas em um piano. Quanto maior a altitude, mais alta sua posição na escala.
O brinquedo, disponível na forma de um applet Java no site da agência espacial japonesa, tem dois modos de operação: no "Orbit Play" a melodia segue a órbita original da espaçonave ao redor da lua, e no "Free Scratch" o usuário traça um caminho a ser percorrido e ouve o resultado.
Em ambos os casos o resultado é uma melodia atonal, cromática, bem ao gosto dos compositores contemporâneos. É possível, nas preferências, definir uma escala diatônica para uma melodia mais "clássica". E o usuário ainda pode experimentar, alterando os instrumentos e a velocidade, ou criar uma escala não-convencional a seu gosto.
Só falta uma opção para salvar o resultado. Para os músicos, é inspiração vinda, literalmente, de outro mundo.
Internet faz 40 anos, mas celebra mais de 1 aniversário
No decorrer desta semana, jornais e sites do mundo inteiro recordaram o aniversário de 40 anos da rede mundial de computadores, comemorado no dia 2 de setembro em referência aos cientistas da Universidade da Califórnia que, em 1969, trocaram informações entre dois computadores por meio de um cabo de cinco metros. Os dados trocados entre os dois computadores eram pequenos e insignificantes, uma mera mensagem de texto, mas prepararam o terreno para a rede interuniversidades Arpanet, que cresceria e tornaria possível o surgimento da hoje indispensável internet.
O jornal britânico Telegraph, no entanto, publicou uma reportagem na qual discutia qual data realmente estava sendo comemorada. Com tantos avanços vitais ao longo do caminho, existem muitos candidatos para o título de "inventor da internet", diz o jornal. "Existe disputa e incerteza sobre a data de 2 de setembro como a mais apropriada para o aniversário", afirma a publicação.
Entre as "outras" datas de aniversário da internet citadas pelo jornal está, por exemplo, o dia 29 de outubro de 1969, quando uma mensagem foi enviada pela primeira vez entre dois computadores da Arpanet, da Universidade da Califórnia, em Los Angeles, para o Instituto de Pesquisas de Standford, em Palo Alto, também na Califórnia. Este fato marcou o verdadeiro lançamento do sistema de troca de dados da rede.
Mas, o 1º de janeiro de 1983 é relembrado como o dia em que todos os computadores da rede Arpanet adotaram o protocolo TCP/IP, o padrão de comunicação online utilizado até hoje.
Em março de 1989, Tim Berners-Lee inventou a World Wide Web, um sistema eficiente para publicação e acesso de informações. Berners-Lee, um cientista britânico atuante na Suíça, ajudou a criar a linguagem de hipertexto usada até hoje em websites, links e navegadores, e é conhecido como o "pai da internet".
Finalmente, em abril de 1993, foi lançado o Mosaic, considerado o primeiro navegador de internet a facilitar a usabilidade, ajudando a popularizar a internet. Como precursor do Netscape Navigator, Internet Explorer e tantos outros navegadores existentes hoje, o Mosaic também foi um passo crucial para tirar a internet do laboratório e levá-la para dentro das nossas casas
O jornal britânico Telegraph, no entanto, publicou uma reportagem na qual discutia qual data realmente estava sendo comemorada. Com tantos avanços vitais ao longo do caminho, existem muitos candidatos para o título de "inventor da internet", diz o jornal. "Existe disputa e incerteza sobre a data de 2 de setembro como a mais apropriada para o aniversário", afirma a publicação.
Entre as "outras" datas de aniversário da internet citadas pelo jornal está, por exemplo, o dia 29 de outubro de 1969, quando uma mensagem foi enviada pela primeira vez entre dois computadores da Arpanet, da Universidade da Califórnia, em Los Angeles, para o Instituto de Pesquisas de Standford, em Palo Alto, também na Califórnia. Este fato marcou o verdadeiro lançamento do sistema de troca de dados da rede.
Mas, o 1º de janeiro de 1983 é relembrado como o dia em que todos os computadores da rede Arpanet adotaram o protocolo TCP/IP, o padrão de comunicação online utilizado até hoje.
Em março de 1989, Tim Berners-Lee inventou a World Wide Web, um sistema eficiente para publicação e acesso de informações. Berners-Lee, um cientista britânico atuante na Suíça, ajudou a criar a linguagem de hipertexto usada até hoje em websites, links e navegadores, e é conhecido como o "pai da internet".
Finalmente, em abril de 1993, foi lançado o Mosaic, considerado o primeiro navegador de internet a facilitar a usabilidade, ajudando a popularizar a internet. Como precursor do Netscape Navigator, Internet Explorer e tantos outros navegadores existentes hoje, o Mosaic também foi um passo crucial para tirar a internet do laboratório e levá-la para dentro das nossas casas
sexta-feira, 4 de setembro de 2009
Força G

Sinopse: A história fala de um grupo de animais ultrainteligentes que trabalham para uma agência secreta do governo. A missão deles é tentar prevenir que um bilionário inescrupuloso domine o mundo.Infantil - 93 min. - Classificação Indicativa Livre
Samsung é a nova patrocinadora da Hands Mobile Ad Network
A Samsung irá patrocinar os canais de conteúdo da Hands Mobile Ad Network (m.hands.com.br) com os novos modelos de aparelhos celulares Beat, Jet e Star. A campanha, desenvolvida pela agência Digitas, terá banners em canais de Notícias, Diversão, Feminino, Tecnologia e Serviços da Hands. Os banners encaminham o usuário aos portais móveis, desenvolvidos pela Hands, onde o usuário receberá informações sobre cada produto, vídeos e, no caso do modelo Beat, uma promoção para usuários.
“Por meio de nossa ampla rede de parceiros foi possível o desenvolvimento de campanhas de patrocínio em sites específicos para cada tipo de aparelho, adequando ao perfil do consumidor do produto. Assim, teremos o Beat em canais Femininos e de Diversão, como o Guia da Semana; já o Star será mais focado em portais de Negócios, como Valor Econômico e AE Investimentos; e o Jet aparecerá principalmente em canais de Notícias”, afirma Edison Maluf, Diretor Comercial da Hands.
“Por meio de nossa ampla rede de parceiros foi possível o desenvolvimento de campanhas de patrocínio em sites específicos para cada tipo de aparelho, adequando ao perfil do consumidor do produto. Assim, teremos o Beat em canais Femininos e de Diversão, como o Guia da Semana; já o Star será mais focado em portais de Negócios, como Valor Econômico e AE Investimentos; e o Jet aparecerá principalmente em canais de Notícias”, afirma Edison Maluf, Diretor Comercial da Hands.
Google fará versão web do Voice para iPhone
SÃO PAULO - A Apple tentou barrar o Google Voice no iPhone, mas o gigante das buscas já achou um caminho para burlar a restrição.
O Google prepara uma versão para web do aplicativo, que vai rodar exatamente como uma aplicação instalada no aparelho – com direito até a ícone na área de trabalho.
Segundo o NEW YORK TIME, a versão online do programa de voz sobre IP terá todos os recursos do aplicativo rejeitado pela Apple O Google Voice funciona como uma agregador de linhas telefônicas, permitindo que o usuário tenha um único número para concentrar suas ligações do trabalho, casa e celular. O serviço também oferece uma caixa postal de voz, que transcreve em texto os recados do usuário.
Especula-se que a Apple teria rejeitado o aplicativo para iPhone para proteger a receita de voz e SMS da sua parceira AT&T, que vende o aparelho com exclusividade nos Estados Unidos.
O Google prepara uma versão para web do aplicativo, que vai rodar exatamente como uma aplicação instalada no aparelho – com direito até a ícone na área de trabalho.
Segundo o NEW YORK TIME, a versão online do programa de voz sobre IP terá todos os recursos do aplicativo rejeitado pela Apple O Google Voice funciona como uma agregador de linhas telefônicas, permitindo que o usuário tenha um único número para concentrar suas ligações do trabalho, casa e celular. O serviço também oferece uma caixa postal de voz, que transcreve em texto os recados do usuário.
Especula-se que a Apple teria rejeitado o aplicativo para iPhone para proteger a receita de voz e SMS da sua parceira AT&T, que vende o aparelho com exclusividade nos Estados Unidos.
DiRT 2 Rally Reality Trailer
DiRT 2Exclusive Rally Reality TrailerPlatforms: PC, Sony PSP, PlayStation 3, Xbox 360, Nintendo WiiPosted: August 14, 2009 @ 12:00 PMRelease Date: September 8, 2009Can you spot the difference between the game and the racing reality aguardem...
Puxando ferro com gravidade zero a bordo da Estação Espacial Internacional

Os astronautas trabalhando da Estação Espacial Internacional agora têm um Boxflex de gravidade zero, com uma sigla igualmente animal: aRED, ou Dispositivo Avançado de Exercício de Resistência. A Wired deu uma olhada em como ele funciona.Apesar dos astronautas estarem muito bem cardiologicamente falando, estudos detalhando os efeitos nocivos da perda muscular após uma missão espacial de longo prazo ainda nos dizem o contrário.Um relatório recente informa que sem exercícios como os possíveis no aRED, os astronautas podem vir a perder até 15% do seu volume muscular, o que pode ser difícil ou mesmo impossível de recobrar de volta na Terra
Artista usa relógios antigos para criar insetos-robôs
Inspirado em histórias de ficção científica, o artista americano Mike Libby customiza insetos reais com mecanismos de relógios antigos e componentes eletrônicos, criando o que ele chama de 'insetos-robôs'.Um trabalho minucioso adiciona engrenagens a besouros, aranhas e borboletas.As pequenas esculturas de Libby são apresentadas em exposições e também vendidos, por preços entre US$ 300 e US$ 2 mil, no site Insect Lab
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