base em funcionamento hoje não fica no continente gelado.Módulo será de PVC e vai usar energia eólica e solar.
Expandir a atuação do Programa Antártico Brasileiro para dentro do continente gelado é um sonho recorrente entre os pesquisadores brasileiros que atuam na região.
Desde 1984, o Brasil desenvolve estudos na Antártida, mais especificamente na Ilha Rei George, no arquipélago das Shetlands do Sul, a mais de 3 mil quilômetros do polo sul geográfico. É um dos pontos mais próximos da América do Sul – e está fora do continente antártico.
terça-feira, 15 de dezembro de 2009
Entre tapas e beijos, casais de macacos continuam virgens em zoos do RJ
Nada de cada macaco no seu galho. Se depender dos veterinários dos zoológicos do Rio e de Niterói, tanto o chimpanzé Paulinho, quanto o babuíno homônimo vão passar a dividir não só o galho, mas a vida a dois com suas respectivas macacas Penélope e Rhina.
Casados há cerca de um ano, os xarás têm mais que o nome em comum: ambos ainda não conseguiram consumar o casamento.
“Paulinho é meio temperamental, estava acostumado a ficar sozinho. Deixamos-los próximos, mas separados pela grade durante uns 4 meses, até ficarem na mesma jaula. Às vezes eles se beijam e às vezes se batem. Acho que no final vai dar certo”, torce a diretora do Zoológico de Niterói, Giselda Candioto.
Babuíno sagrado, Paulinho foi encontrado numa carroça de circo, sem água e há dias sem comer. Ele e Penélope vivem juntos há pouco mais de um ano. Seu histórico, segundo Giselda, pode dificultar a adaptação.
“A gente não tem muito o histórico dele e vamos fazer exames para saber se ele foi vasectomizado”, explica ela. “Pode acontecer de ele não ter interesse por sexo, dependendo do tipo de tratamento que sofreu”, completa o biólogo do zoológico Pedro Menezes.
“O Paulinho veio para cá ainda filhote e foi criado na mão. Não foi inserido num grupo ou numa família. Ele não teve a quem observar e seguir. O macaco não age só com o instinto, tem a questão da socialização. A gente até incentiva, com estímulos comportamentais, e a Rhina foi escolhida por já ter experiência. Mas até agora não tivemos resultados”, conta.
Casados há cerca de um ano, os xarás têm mais que o nome em comum: ambos ainda não conseguiram consumar o casamento.
“Paulinho é meio temperamental, estava acostumado a ficar sozinho. Deixamos-los próximos, mas separados pela grade durante uns 4 meses, até ficarem na mesma jaula. Às vezes eles se beijam e às vezes se batem. Acho que no final vai dar certo”, torce a diretora do Zoológico de Niterói, Giselda Candioto.
Jogos de amor
Ela explica ainda que, às vezes, para acalmar os ânimos, o casal é separado e, quando um começa a sentir falta do outro, reunido. Outra tática é tirá-los do setor de visitação pública, para terem mais privacidade. Babuíno sagrado, Paulinho foi encontrado numa carroça de circo, sem água e há dias sem comer. Ele e Penélope vivem juntos há pouco mais de um ano. Seu histórico, segundo Giselda, pode dificultar a adaptação.
“A gente não tem muito o histórico dele e vamos fazer exames para saber se ele foi vasectomizado”, explica ela. “Pode acontecer de ele não ter interesse por sexo, dependendo do tipo de tratamento que sofreu”, completa o biólogo do zoológico Pedro Menezes. Macaca experiente
Já o Paulinho, chimpanzé do Riozoo, vive em paz com Rhina, mas a paz é tanta que a relação anda morna. “É um casamento de companheirismo”, define o veterinário e diretor do Riozoo Victor Hugo Amoroso, que conta que os dois dividem o mesmo espaço há mais de dois anos. “O Paulinho veio para cá ainda filhote e foi criado na mão. Não foi inserido num grupo ou numa família. Ele não teve a quem observar e seguir. O macaco não age só com o instinto, tem a questão da socialização. A gente até incentiva, com estímulos comportamentais, e a Rhina foi escolhida por já ter experiência. Mas até agora não tivemos resultados”, conta.
Urso viaja 1.600 km para acasalar no Zoo do Rio
O amor está no ar no Zoológico do Rio, onde um urso-de-óculos viajou mais de 1.600 quilômetros para fazer par com uma ursa da mesma espécie. Aos 16 anos, ela teve seu primeiro namorado "importado" do Zoo de Salvador.
A missão do casal é acasalar e ter filhotes, já que, segundo o Zoo do Rio, esta é a única espécie de urso da América do Sul e está ameaçada de extinção.
O macho chegou ao Rio no início de novembro e permaneceu até agora em quarentena. Após avaliações médicas e um processo de adaptação, ele já começa a ter uma maior aproximação com sua nova companheira.
Segundo o Zoo do Rio, os animais ficarão em exposição ao público em um ambiente climatizado, com piscina e chuveiro. Para suportar o verão carioca, a alimentação também receberá cuidado especial, com cardápio que inclui sorvete e comida servida em cubos de gelo. Ambos os ursos não têm nomes e a população poderá dar sugestões pela página da Fundação RioZoo (@riozoo) no Twitter.
A missão do casal é acasalar e ter filhotes, já que, segundo o Zoo do Rio, esta é a única espécie de urso da América do Sul e está ameaçada de extinção.
O macho chegou ao Rio no início de novembro e permaneceu até agora em quarentena. Após avaliações médicas e um processo de adaptação, ele já começa a ter uma maior aproximação com sua nova companheira.
Segundo o Zoo do Rio, os animais ficarão em exposição ao público em um ambiente climatizado, com piscina e chuveiro. Para suportar o verão carioca, a alimentação também receberá cuidado especial, com cardápio que inclui sorvete e comida servida em cubos de gelo. Ambos os ursos não têm nomes e a população poderá dar sugestões pela página da Fundação RioZoo (@riozoo) no Twitter.
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